Mãe - vamos pentear o teu cabelo, vira-te para lá!
Filha - (não liga nenhuma porque está "ocupada" com o gato)
Mãe - vá vira-te para lá porque assim não te consigo pentear!
Filha - (dá um jeitinho, mudando de posição 2mm)
Mãe - (num tom a roçar a fúria)vou ter que pedir outra vez?
Filha - já viro, mas não precisas de te "enevar", os "nevos" não fazem nada bem!
Mãe - !!!!!!!!!!
Quando penso em sótão penso em memórias, em lembranças, em objectos que marcaram alguma fase da nossa vida. Este será o meu sótão, em que vou partilhar o que já lá está guardado e o que vou guardar nos próximos tempos...
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Conversa entre mãe e filha, ao acordar:
Mãe - acorda filha, está na hora de levantar.
Filha - ainda tenho muito sono, mamã!
Mãe - também eu! Quando o despertador da mamã tocou, nem conseguia abrir os olhos de tanto sono que tinha.
Filha - oh mamã o meu despertador ainda não tocou, por isso deixa-me dormir mais um bocadinho!
Mãe - :-) :-) :-)
Filha - ainda tenho muito sono, mamã!
Mãe - também eu! Quando o despertador da mamã tocou, nem conseguia abrir os olhos de tanto sono que tinha.
Filha - oh mamã o meu despertador ainda não tocou, por isso deixa-me dormir mais um bocadinho!
Mãe - :-) :-) :-)
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Tão verdade!
Há palavras escritas que valem a pena ser lidas, e felizes daqueles que as sentem ou sentirão como suas.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Conversa entre mãe e filha, depois do banho:
Mãe – vá, põe-te a pé para a mamã te embrulhar na toalha.
Filha – vou fazer uma coisa (deitando-se na banheira para experimentar um exercício das aulas da piscina)
Mãe – pronto já está, agora põe-te a pé.
Filha – (muda de posição e começa a cantarolar!)
Mãe – (em crescendo de fúria) olha, vou-me embora, sai sozinha da banheira, cobre-te sozinha com a toalha e vestes o pijama sozinha que eu não estou para isto (saída teatral)
Filha – (choro incontrolado) mamã, anda aqui mamã!
Mãe – Chamaste? (entra na casa de banho, que já se faz tarde!)
Filha – sim, preciso da tua ajuda (choro mimalho)
Mãe – agora merecias que eu não te ajudasse, quantas vezes é que te disse para te levantares?
Filha – duas (beicinho)
Mãe – e quantas vezes é que preciso falar, diz-me lá?!
Filha – quatro
Mãe -!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Ser Mãe!
Não há poema, música, teoria ou pensamento que possa sair perfeito para expressar o amor que tomou conta de mim desde que fui mãe.
Para o pôr em palavras preciso respirar fundo e sentir o peito cheio, o coração que começa a bater mais forte e o sorriso que aparece instantaneamente ao pensar na pequena menina que veio preencher e encher a minha vida (que nem a imaginava vazia)de tudo o que é forte demais e me faz relativizar tudo o resto.
Ser mãe é entrega, é crescer, é ganhar força, é enfrentar o mundo para proteger quem é verdadeiramente nosso.
Ser mãe é chorar com um sorriso, é tremer com temperatura alta, é ter calor para aquecer, é não ter sono para deixar dormir bem.
Ser mãe é o mundo, o meu mundo, que me faz ver o outro, o redondo, de forma mais bela e com vontade de o tornar melhor para que viver nele valha a pena.
Ser mãe é, no fundo, deitar estas palavras para o meu sótão sem conseguir dizer nada que me faça retirar a frase com que comecei este desabafo, mas que me faz termina-lo a respirar fundo, com o coração a bater forte e um grande sorriso...
Para o pôr em palavras preciso respirar fundo e sentir o peito cheio, o coração que começa a bater mais forte e o sorriso que aparece instantaneamente ao pensar na pequena menina que veio preencher e encher a minha vida (que nem a imaginava vazia)de tudo o que é forte demais e me faz relativizar tudo o resto.
Ser mãe é entrega, é crescer, é ganhar força, é enfrentar o mundo para proteger quem é verdadeiramente nosso.
Ser mãe é chorar com um sorriso, é tremer com temperatura alta, é ter calor para aquecer, é não ter sono para deixar dormir bem.
Ser mãe é o mundo, o meu mundo, que me faz ver o outro, o redondo, de forma mais bela e com vontade de o tornar melhor para que viver nele valha a pena.
Ser mãe é, no fundo, deitar estas palavras para o meu sótão sem conseguir dizer nada que me faça retirar a frase com que comecei este desabafo, mas que me faz termina-lo a respirar fundo, com o coração a bater forte e um grande sorriso...
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