Quando penso em sótão penso em memórias, em lembranças, em objectos que marcaram alguma fase da nossa vida. Este será o meu sótão, em que vou partilhar o que já lá está guardado e o que vou guardar nos próximos tempos...
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
De vez em quando, é preciso!
Em modo arrumação de secretária!
Alguma vez tinha que ser feita, mas é sempre uma surpresa a quantidade de "lixo" que estava amontoado debaixo do tapete.
Resultado desta tarefa: mais espaço no tapete!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Ninguém merece!
E não é que no espaço de 1 mês, é a terceira vez que estou constipada!
Ainda por cima têm sido daquelas constipações que pedem cama e escurinho, abrindo exceção para ver a caneca do chá e os biscoitos "areias".
Ainda por cima têm sido daquelas constipações que pedem cama e escurinho, abrindo exceção para ver a caneca do chá e os biscoitos "areias".
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Amigos
Considero-me uma pessoa sortuda em vários aspetos, embora tenha às vezes tendência para não olhar para eles quando estou menos bem.
Um desses aspetos, que pode parecer banal para muitos, é para mim como o ar que respiro e é a amizade. Podem perguntar-me porque me sinto sortuda, afinal amigos todos temos, mas eu tenho os melhores do mundo e isso, para alguém como eu, tem que se lhe diga!
Não sou pessoa que sabe "cuidar" de forma irrepreensível dos amigos, sou desligada, desnaturada e já perdi alguns amigos por causa disso.
Se um dia fosse entrevistada pelo Daniel Oliveira, no Alta Definição, e uma das perguntas fosse se pedi desculpa a toda a gente que tinha que pedir, assumiria que não e seria destes amigos, de quem me descuidei, a quem me estaria a referir.
Este desabafo só será plenamente sincero se acrescentar que muitas vezes tenho uma postura de "Amigos, deixem-me cá estar no meu canto e quando eu estiver com saudades vossas, larguem tudo para eu ser o centro de todas as atenções"! "Egoísta" foi o que ouvi saltar de quem está a ler?! Subscrevo!
Mas a parte boa é mesmo que os que tenho são uma família que trago sempre no meu coração e são aqueles que, mesmo sabendo que tenho fases em que preciso de estar só comigo, sabem esperar e estarão sempre lá para mim.
Um desses aspetos, que pode parecer banal para muitos, é para mim como o ar que respiro e é a amizade. Podem perguntar-me porque me sinto sortuda, afinal amigos todos temos, mas eu tenho os melhores do mundo e isso, para alguém como eu, tem que se lhe diga!
Não sou pessoa que sabe "cuidar" de forma irrepreensível dos amigos, sou desligada, desnaturada e já perdi alguns amigos por causa disso.
Se um dia fosse entrevistada pelo Daniel Oliveira, no Alta Definição, e uma das perguntas fosse se pedi desculpa a toda a gente que tinha que pedir, assumiria que não e seria destes amigos, de quem me descuidei, a quem me estaria a referir.
Este desabafo só será plenamente sincero se acrescentar que muitas vezes tenho uma postura de "Amigos, deixem-me cá estar no meu canto e quando eu estiver com saudades vossas, larguem tudo para eu ser o centro de todas as atenções"! "Egoísta" foi o que ouvi saltar de quem está a ler?! Subscrevo!
Mas a parte boa é mesmo que os que tenho são uma família que trago sempre no meu coração e são aqueles que, mesmo sabendo que tenho fases em que preciso de estar só comigo, sabem esperar e estarão sempre lá para mim.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Tão verdade!
Há palavras escritas que valem a pena ser lidas, e felizes daqueles que as sentem ou sentirão como suas.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Parenthood - o vício!
Confesso que sou fã de séries e às vezes, cumpro hora marcada para não perder mais um episódio de uma ficção que me transporta da realidade, tornando-se um prazeiroso vício.
Exemplo atual é a série Parenthood!
O que eu gosto dos Braverman, das suas peripécias, amores e desamores, encontros e desencontros e das danças em família.
Vi as 3 primeiras temporadas quase de acentada (e o quase porque trabalho e tenho a minha pequena para cuidar!) e como me custou saber que estava a chegar à temporada 4 e que iria ter que esperar, como todas as pessoas normais, por um novo episódio semanal!
Já dei por mim a pensar só voltar a ver a série quando terminar esta temporada, para me injetar de episódios, um atrás do outro,mas quem é que aposta se eu irei aguentar?!
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Conversa entre mãe e filha, depois do banho:
Mãe – vá, põe-te a pé para a mamã te embrulhar na toalha.
Filha – vou fazer uma coisa (deitando-se na banheira para experimentar um exercício das aulas da piscina)
Mãe – pronto já está, agora põe-te a pé.
Filha – (muda de posição e começa a cantarolar!)
Mãe – (em crescendo de fúria) olha, vou-me embora, sai sozinha da banheira, cobre-te sozinha com a toalha e vestes o pijama sozinha que eu não estou para isto (saída teatral)
Filha – (choro incontrolado) mamã, anda aqui mamã!
Mãe – Chamaste? (entra na casa de banho, que já se faz tarde!)
Filha – sim, preciso da tua ajuda (choro mimalho)
Mãe – agora merecias que eu não te ajudasse, quantas vezes é que te disse para te levantares?
Filha – duas (beicinho)
Mãe – e quantas vezes é que preciso falar, diz-me lá?!
Filha – quatro
Mãe -!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Vazio
Vou percebendo cada vez mais de "vazio". Vazio no sentido de não sentir, não ter, que vai criando buracos e me vai fazendo frágil sabendo como os preencher, sem fazer nada por isso.
Escreverei apenas hoje, sobre ti, embora haverão muitos momentos em que as minhas palavras serão apenas e só para ti.
Vou deixando de saber de mim de cada vez que sei de ti. Vou deixando de sentir quando percebo que o verdadeiro sentir foi apenas contigo.
A vida não parou, nem sequer me permito mostrar, que dentro de mim não há vida sem ti.
O que és e o que serás, não vai ser comigo. Por ser fraca, talvez, mas aquela que hoje sou não me deixa ir atrás de ti pois a incerteza do que poderei ver nos teus olhos é demasiado difícil.
Prefiro esquecer-me daquela que um dia tinha certezas, e viver como outra, num fingimento iludido que algum dia poderei dar "uso" ao que nunca deixei de sentir.
Tu serás a luz escondida dentro de mim, serás quem valerá sempre a pena, aquele por quem esperarei o resto da vida.
Serás o vazio de cada vez que respiro, o vazio do único cheiro que me enchia a alma, vazio de sensações que me enchiam de um tudo que era sempre pouco..
Acho que com o passar dos anos nos desfragmentamos preenchendo alguns vazios que nos transformam e não substituem o lugar que ocupam, apenas se estabelecem em mais uma etapa, deixando para sempre a marca do que já lá esteve.
Se falo de vazios que ficam, tenho então que falar do que enchem esses vazios e para mim enchem saudades, enchem vontades, enchem algumas (ainda que poucas) mágoas e enchem a minha história de um pouco daquilo que levo comigo, para o muito que será um dia a minha vida e esta será sempre a esperar por ti.
Escreverei apenas hoje, sobre ti, embora haverão muitos momentos em que as minhas palavras serão apenas e só para ti.
Vou deixando de saber de mim de cada vez que sei de ti. Vou deixando de sentir quando percebo que o verdadeiro sentir foi apenas contigo.
A vida não parou, nem sequer me permito mostrar, que dentro de mim não há vida sem ti.
O que és e o que serás, não vai ser comigo. Por ser fraca, talvez, mas aquela que hoje sou não me deixa ir atrás de ti pois a incerteza do que poderei ver nos teus olhos é demasiado difícil.
Prefiro esquecer-me daquela que um dia tinha certezas, e viver como outra, num fingimento iludido que algum dia poderei dar "uso" ao que nunca deixei de sentir.
Tu serás a luz escondida dentro de mim, serás quem valerá sempre a pena, aquele por quem esperarei o resto da vida.
Serás o vazio de cada vez que respiro, o vazio do único cheiro que me enchia a alma, vazio de sensações que me enchiam de um tudo que era sempre pouco..
Acho que com o passar dos anos nos desfragmentamos preenchendo alguns vazios que nos transformam e não substituem o lugar que ocupam, apenas se estabelecem em mais uma etapa, deixando para sempre a marca do que já lá esteve.
Se falo de vazios que ficam, tenho então que falar do que enchem esses vazios e para mim enchem saudades, enchem vontades, enchem algumas (ainda que poucas) mágoas e enchem a minha história de um pouco daquilo que levo comigo, para o muito que será um dia a minha vida e esta será sempre a esperar por ti.
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