Hoje de manhã, quando fui levar a minha filha ao infantário, fomos recebidas com uma recriação bem "doce" de uma tradição vilacondense de que já tinha ouvido falar e que acho bonita.
Pesquisando sobre o tema, retirei do site da Câmara Municipal um excerto de um texto que descreve a origem da tradição e que diz assim:
"A secular “Feira dos Vinte” é uma Feira de grande tradição que, conjuntamente com a feira de 3 de Agosto, constituíam as duas feiras francas de Vila do Conde. O dia 20 de janeiro constituía um dia especialmente festivo para a cidade, já que era ponto de encontro dos aldeões que, trajando a preceito, para além de tratarem dos seus negócios, os seus filhos aproveitavam a possibilidade de um namoro e, quem sabe, de um casamento. Por tal facto, esta feira também ficou conhecida por “Feira dos Namorados”. Já num período mais recente, os estudantes mantiveram a tradição com a compra e posterior oferta de uma colher de pau, com missivas amorosas, às suas prediletas."
De tradições também se faz um povo, fazendo o povo as tradições e tendo a obrigação de não as deixar acabar.
Esta, gostaria que fosse uma das que não se deixasse acabar!
Quando penso em sótão penso em memórias, em lembranças, em objectos que marcaram alguma fase da nossa vida. Este será o meu sótão, em que vou partilhar o que já lá está guardado e o que vou guardar nos próximos tempos...
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
E se eu estivesse embrenhada na minha mantinha...
...este seria sem dúvida um dos filmes para rever , num dia como o de hoje!
Como diz a minha filha "do melhor"!
Como diz a minha filha "do melhor"!
Previsões para os próximos dias!
O tempo não está para melhorar, o que é uma chatice porque o meu humor e vontade de fazer o que quer que seja, acompanha este tempobomparaestarnochoco!
Não consigo carregar em duas teclas seguidas sem olhar pela janela e pensar "raio de tempo"! No entanto sou eu própria a enganar-me e a dar-me alento para estar fora de casa e não desatar num pranto a pedir MUITO a minha mantinha laranja e o meu rico sofá!
Mas esta adulteração de pensamento já vem de há alguns anos, convém dizer, porque desde que a minha princesa nasceu, confesso que não me lembro de me embrenhar na minha mantinha como deve de ser: o dia todo, até doer o corpo de tanto estar deitada e até estar em risco de ganhar uma infeção urinária de tanto "apertar" a vontade de fazer chichi, só para estar ainda mais um bocadinho deitada!
Raio de tempo!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Esta música, faz-me lembrar III
Esta música é a minha segunda música preferida de sempre e para sempre!
Tenho-a em pens, no telemovel, em dvds caseiros como banda sonora, e sei o poema, em forma de letra, de trás para a frente!
Sempre que a ouço, ou que a assassino cantando, sinto as borboletas no estômago, que só coisas especiais me dão essa sensação.
Quando a minha filha nasceu, as primeiras vezes que lhe cantei esta música, chorei sempre. E ainda agora, ao lembrar-me disso, confesso que me retorna alguma da comoção que sentia, por lhe cantar palavras tão cheias de tudo o que sinto pela minha princesa!
Tenho-a em pens, no telemovel, em dvds caseiros como banda sonora, e sei o poema, em forma de letra, de trás para a frente!
Sempre que a ouço, ou que a assassino cantando, sinto as borboletas no estômago, que só coisas especiais me dão essa sensação.
Quando a minha filha nasceu, as primeiras vezes que lhe cantei esta música, chorei sempre. E ainda agora, ao lembrar-me disso, confesso que me retorna alguma da comoção que sentia, por lhe cantar palavras tão cheias de tudo o que sinto pela minha princesa!
O Senhor Schulz!
Chamou-me a atenção a visita do Sr. Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, ao nosso país.
Gostei particularmente do seu encontro com o escritor António Lobo Antunes e de uns pontapés na bola que o vi dar, aquando da sua visita às instalações da CAIS.
Fiquei agradavelmente surpreendida com a postura "acessível" e descontraida e fiquei agradada com o conhecimento que mostrou ter sobre a escrita do nosso autor, que também aprecio bastante.
Não é normal, ou andarei distraída, que os políticos mostrem um lado mais "humano" e um sorriso que me pareceu descontraído e franco.
Sr. Schulz, espero que tenha gostado de cá estar, e volte sempre que quiser!
Gostei particularmente do seu encontro com o escritor António Lobo Antunes e de uns pontapés na bola que o vi dar, aquando da sua visita às instalações da CAIS.
Fiquei agradavelmente surpreendida com a postura "acessível" e descontraida e fiquei agradada com o conhecimento que mostrou ter sobre a escrita do nosso autor, que também aprecio bastante.
Não é normal, ou andarei distraída, que os políticos mostrem um lado mais "humano" e um sorriso que me pareceu descontraído e franco.
Sr. Schulz, espero que tenha gostado de cá estar, e volte sempre que quiser!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Liberdade de escolha, ou talvez não!
Em pouco tempo, tenho-me deparado com tipos de mentalidade que me provocam arrepios e que me mostram que não há idade para nos apercebermos de quão naif ainda somos.
Fico incrédula com a facilidade com que pessoas fazem juízos de valor e se detêm como donos de verdades absolutas, tentando manter um diálogo quando se percebe claramente de que a intenção é dar a conhecer ao público alvo um monólogo bem ensaiado e oco, de vaidade e sapiência una.
Pessoas que se julgam donas da verdade, para mim não são donas de coisa alguma que valha a pena ter em conta.
Denoto mudança no meu comportamento perante esse tipo de pessoas, pois tenho-me instruído para respirar fundo e não entrar em debate, recusando-me sequer a argumentar com o meu ponto de vista.
Ontem assisti a uma conversa em que um dos intervinientes é a razão deste meu desabafo. Falava-se sobre a medida aprovada pela maioria e PS de deixar à escolha do trabalhador privado receber ou não os subsídios em duodécimos.
Na opinião do interviniente "dono da verdade" não é correto as pessoas poderem escolher e muito menos concorda com os que pretendem escolher continuar a receber pelo sistema antigo. Na sua, bem audível opinião, quem não quer receber em duodécimos é porque não sabe gerir o dinheiro e precisa que a empresa o "guarde", logo é irresponsável e infantil, porque as pessoas têm que saber poupar.
Nas refutações de que "cada caso é um caso", insurge-se a "sabedoria mor" de que não é de todo assim, e continuam as pérolas masoquista de alguém que nunca precisou de contar tostões e de que só tem que escolher o melhor investimento para aumentar, a já farta, conta bancária. Sim isto também é um juízo de valor, sim também os faço e, neste caso com sarcasmo exacerbado pela incredulidade que me provocou este comportamento.
No meu caso pessoal, a pretensão é de receber o subsídio em duodécimos, portanto, não fui uma das atingidas, mas confesso que a falta de humildade de nos colocarmos no lugar dos outros ou pelo menos ter essa sensibilidade, deixa-me indignada e tolha-me o raciocínio para me conseguir pôr no lugar de pessoas assim!
Fico incrédula com a facilidade com que pessoas fazem juízos de valor e se detêm como donos de verdades absolutas, tentando manter um diálogo quando se percebe claramente de que a intenção é dar a conhecer ao público alvo um monólogo bem ensaiado e oco, de vaidade e sapiência una.
Pessoas que se julgam donas da verdade, para mim não são donas de coisa alguma que valha a pena ter em conta.
Denoto mudança no meu comportamento perante esse tipo de pessoas, pois tenho-me instruído para respirar fundo e não entrar em debate, recusando-me sequer a argumentar com o meu ponto de vista.
Ontem assisti a uma conversa em que um dos intervinientes é a razão deste meu desabafo. Falava-se sobre a medida aprovada pela maioria e PS de deixar à escolha do trabalhador privado receber ou não os subsídios em duodécimos.
Na opinião do interviniente "dono da verdade" não é correto as pessoas poderem escolher e muito menos concorda com os que pretendem escolher continuar a receber pelo sistema antigo. Na sua, bem audível opinião, quem não quer receber em duodécimos é porque não sabe gerir o dinheiro e precisa que a empresa o "guarde", logo é irresponsável e infantil, porque as pessoas têm que saber poupar.
Nas refutações de que "cada caso é um caso", insurge-se a "sabedoria mor" de que não é de todo assim, e continuam as pérolas masoquista de alguém que nunca precisou de contar tostões e de que só tem que escolher o melhor investimento para aumentar, a já farta, conta bancária. Sim isto também é um juízo de valor, sim também os faço e, neste caso com sarcasmo exacerbado pela incredulidade que me provocou este comportamento.
No meu caso pessoal, a pretensão é de receber o subsídio em duodécimos, portanto, não fui uma das atingidas, mas confesso que a falta de humildade de nos colocarmos no lugar dos outros ou pelo menos ter essa sensibilidade, deixa-me indignada e tolha-me o raciocínio para me conseguir pôr no lugar de pessoas assim!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Esta música, faz-me lembrar II
Uma das músicas, que ficará para sempre no topo da minha lista de músicas preferidas, é esta dos Fun. Para além de gostar da música, a minha filha canta o refrão todo, e sempre como se não houvesse amanhã!
Onde quer que esteja, seja qual for o meu estado a nível de humor, esta música transporta-me para o sorriso do meu tesouro e para a sua estreia a cantar em inglês.
Onde quer que esteja, seja qual for o meu estado a nível de humor, esta música transporta-me para o sorriso do meu tesouro e para a sua estreia a cantar em inglês.
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