Aproxima-se uma data, que não me ocorre muito bem qual é, que podia coincidir com o dia que "alguém" mo vai oferecer...
Sinopse
"0 amor é intemporal. Imagina um livro que celebra isso mesmo: a união, a beleza do encontro e a mágoa do desencontro que não é mais do que adiar a felicidade. Este livro reúne os poemas feitos à medida de todos nós. Nós que somos fortes por amor, fracos por amor, belos por amor, rudes por amor, loucos por amor e, quem sabe até, sábios por amor. Este livro exalta o amor. Se o acharem piegas é de propósito, se o acharem desgovernado é de propósito, se o acharem ridículo é de propósito, se o acharem genial é de propósito, se o acharem perfeito é sem querer.
É a prenda justa para quem gostamos, é a prenda certa para quem gostaríamos de gostar, é a prenda exacta para quem ainda não conhecemos. É o livro do carinho dos corpos e da alma que todos temos à flor da pele.
É um livro de poemas de amor. Só isso já bastaria, mas talvez seja muito mais."
Quando penso em sótão penso em memórias, em lembranças, em objectos que marcaram alguma fase da nossa vida. Este será o meu sótão, em que vou partilhar o que já lá está guardado e o que vou guardar nos próximos tempos...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
"Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore"
Adorei!
Desde a música, às animações, vale mesmo a pena ver!
Desde a música, às animações, vale mesmo a pena ver!
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Para um dos meus Anjos!
Depois de te ler, fiquei triste.
Nas tuas palavras o peso da saudade e do sacrifício, apesar do teu próprio conforto, em saberes que estás a fazer o que tem que ser feito.
Tenho o peito rachado por saber que não é possível aliviar-te dessa tua realidade, que não a pediste, não a imaginaste, não a merecias.
Não encontrei, por mais que procurasse, relendo-te vezes sem conta, as características que te fazem una e que me fazem apreciar o teu humor, o teu sarcasmo e a tua aguçada ironia.
Mesmo nesse tormento, guarda-te. Não Te esqueças, não Te vás embora de ti, não Te apagues no meio de quem “estás” agora, porque o que terá que sobrar de tudo isto é continuares a ser tu. Mais forte, com cicatrizes, mas sempre tu.
Foste, até hoje, a única pessoa que me mostrou perceber, como mais ninguém, a importância de um abraço.
Foste até hoje, a pessoa que mais vezes riu exatamente do mesmo que eu.
Foste até hoje, a única pessoa que me levou a passear no Parque da Cidade!
Poderia dar muitos mais exemplos e sei que o farei no futuro, porque tens sido, na minha vida, única em muitas coisas.
Abraço apertadinho, Amiga!
Nas tuas palavras o peso da saudade e do sacrifício, apesar do teu próprio conforto, em saberes que estás a fazer o que tem que ser feito.
Tenho o peito rachado por saber que não é possível aliviar-te dessa tua realidade, que não a pediste, não a imaginaste, não a merecias.
Não encontrei, por mais que procurasse, relendo-te vezes sem conta, as características que te fazem una e que me fazem apreciar o teu humor, o teu sarcasmo e a tua aguçada ironia.
Mesmo nesse tormento, guarda-te. Não Te esqueças, não Te vás embora de ti, não Te apagues no meio de quem “estás” agora, porque o que terá que sobrar de tudo isto é continuares a ser tu. Mais forte, com cicatrizes, mas sempre tu.
Foste, até hoje, a única pessoa que me mostrou perceber, como mais ninguém, a importância de um abraço.
Foste até hoje, a pessoa que mais vezes riu exatamente do mesmo que eu.
Foste até hoje, a única pessoa que me levou a passear no Parque da Cidade!
Poderia dar muitos mais exemplos e sei que o farei no futuro, porque tens sido, na minha vida, única em muitas coisas.
Abraço apertadinho, Amiga!
Esta música, faz-me lembrar IV
Corriam os anos 80, este grupo foi-me apresentado numa idade em que absorvia o mundo como uma esponja e tinha primas na idade dos “20’s”, emigradas em França (o que para mim significava andar sempre a par das modas e de conhecer o que era realmente fixe), que me levavam para todo lado, tipo mascote, e como já se deve ter percebido, ouviam os Cock Robin!
Durante alguns anos, tive-os esquecidos num canto do meu sótão e voltei a reencontrá-los, porque o mundo é bastante pequeno, em 1997 numa feira na Republica Checa numa daquelas tendas de música pirata e não os voltei a largar!
Para escrever este post, foi-me difícil escolher a música que ia colocar aqui, porque gosto de todas e são-me todas muito especiais! Sei de alguém que se lesse este post, comentaria o meu (bastante duvidoso, na sua opinião) gosto musical…”whatever”!
Certo é que o meu refinado ouvido, quando ouve uma música dos Cock Robin, obriga sempre, onde quer que esteja, a minha mão a aumentar o volume e o meu corpo engole a vontade de se levantar e dançar, como se não houvesse amanhã!
E nem imaginam vocês o que preciso de gostar de uma música para querer fazer uma figura dessas!!!
Durante alguns anos, tive-os esquecidos num canto do meu sótão e voltei a reencontrá-los, porque o mundo é bastante pequeno, em 1997 numa feira na Republica Checa numa daquelas tendas de música pirata e não os voltei a largar!
Para escrever este post, foi-me difícil escolher a música que ia colocar aqui, porque gosto de todas e são-me todas muito especiais! Sei de alguém que se lesse este post, comentaria o meu (bastante duvidoso, na sua opinião) gosto musical…”whatever”!
Certo é que o meu refinado ouvido, quando ouve uma música dos Cock Robin, obriga sempre, onde quer que esteja, a minha mão a aumentar o volume e o meu corpo engole a vontade de se levantar e dançar, como se não houvesse amanhã!
E nem imaginam vocês o que preciso de gostar de uma música para querer fazer uma figura dessas!!!
De herói, a ficção II
Afinal, a notícia sobre a transferência de todos os livros de Lance Armstrong, para a secção de ficção numa biblioteca, nos Estado Unidos, não passou de uma brincadeira de um funcionário!
Retirando essa parte aqui, que não me chocou lê-la como verdadeira, tudo o que tinha a dizer sobre este senhor, mantém-se e está dito!
Retirando essa parte aqui, que não me chocou lê-la como verdadeira, tudo o que tinha a dizer sobre este senhor, mantém-se e está dito!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Este carnaval, vestir-se-à de fada! A ver vamos...
Este ano, decidi preparar a fantasia para o carnaval, da minha filha, com mais antecedência. Ou pelo menos, começar a pensar nisso mais cedo!
Em conversa "manipulada" por mim, ela "decidiu" que este ano se quer fantasiar de fada.
A minha decisão foi que a "vestimenta" será o mais personalizada possível e pus-me a caminho, no mundo das fantasias de carnaval disponíveis na internet, para encontrar alguma coisa ao alcance dos meus dotes (coisa que não sei onde os tenho e até procurei no "Google", o que quer dizer que se não os encontrei lá é porque não existem!) e que no final não tenha a minha pequena a espernear-se toda a dizer que não quer sair de casa naquela figura!
A fada que idealizei tem um tutu, fofinho que só ele, umas asas e uma varinha. O encanto verdadeiro da fantasia estará no meu tesouro, no dia em que a usar!
Varinha e asas, a "Claire's" resolve-me o problema, quanto ao tutu (fofinho que só ele), vamos ver se com este vídeo me consigo safar! Conforta-me a parte em que a senhora usa o rolo de papel de cozinha para terminar o tutu. Dá-lhe um ar básico, que está ao alcance de qualquer um! (Quanto a esta parte, depois direi alguma coisa)
Em conversa "manipulada" por mim, ela "decidiu" que este ano se quer fantasiar de fada.
A minha decisão foi que a "vestimenta" será o mais personalizada possível e pus-me a caminho, no mundo das fantasias de carnaval disponíveis na internet, para encontrar alguma coisa ao alcance dos meus dotes (coisa que não sei onde os tenho e até procurei no "Google", o que quer dizer que se não os encontrei lá é porque não existem!) e que no final não tenha a minha pequena a espernear-se toda a dizer que não quer sair de casa naquela figura!
A fada que idealizei tem um tutu, fofinho que só ele, umas asas e uma varinha. O encanto verdadeiro da fantasia estará no meu tesouro, no dia em que a usar!
Varinha e asas, a "Claire's" resolve-me o problema, quanto ao tutu (fofinho que só ele), vamos ver se com este vídeo me consigo safar! Conforta-me a parte em que a senhora usa o rolo de papel de cozinha para terminar o tutu. Dá-lhe um ar básico, que está ao alcance de qualquer um! (Quanto a esta parte, depois direi alguma coisa)
De herói, a ficção!
Tenho ouvido falar da desgraça, a pique, em que caiu o ex-ciclista Lance Armstrong.
Ontem vi a entrevista que a Oprah Winfrey lhe fez e fiquei com uma opinião bastante ambígua em relação à pessoa que ali estava sentada.
Nunca acompanhei o senhor, mas era impossível não ouvir falar quer do homem, conhecido por uns como arrogante, pretensioso e pessoa de quem não se gosta, e por outros como exemplo de força, de perseverança, de ambição, de lutador, quer do ciclista, considerado um campeão, digno do Monte Olimpo, onde só os melhores têm lugar.
Pela impressão que tinha do que via, nunca foi pessoa que me inspirasse qualquer empatia, achando-o bastante arrogante e uma "vedeta" que "tinha a mania". Ontem não mudei de opinião e acho que realmente é um homem que tem um longo "processo" pela frente, quer com ele, quer com todas as pessoas a quem fez tanto mal.
Não me parece que o seu nome na história alguma vez fique associado ao que quer que ele tenha feito de genuinamente bom porque o mau parece-me ter sido muito mau.
Os documentários que até agora se fizeram sobre o herói, penso que serão substituídos pelos que desenvolverão a fraude, as mentiras e a inglória.
A ambiguidade que me ficou da entrevista centra-se no lado de pai, que terá que enfrentar os filhos e fazer dele pessoas fortes e capazes de seguirem os seus sonhos, sem passar por cima de ninguém e sem se deixarem perder, como o próprio assume que lhe aconteceu.
O que me fez mesmo pensar, e me levou a fazer este post, foi uma notícia que li hoje no "sapo" e que diz que "uma biblioteca de Sidney transferiu todos os livros do ciclista para a secção de ficção, depois do atleta ter confessado que consumiu substâncias dopantes".
Aqui sim, uma verdadeira evidência que para a história não ficará um homem ou um ciclista mas um "personagem" de ficção que afinal nunca existiu!
Ontem vi a entrevista que a Oprah Winfrey lhe fez e fiquei com uma opinião bastante ambígua em relação à pessoa que ali estava sentada.
Nunca acompanhei o senhor, mas era impossível não ouvir falar quer do homem, conhecido por uns como arrogante, pretensioso e pessoa de quem não se gosta, e por outros como exemplo de força, de perseverança, de ambição, de lutador, quer do ciclista, considerado um campeão, digno do Monte Olimpo, onde só os melhores têm lugar.
Pela impressão que tinha do que via, nunca foi pessoa que me inspirasse qualquer empatia, achando-o bastante arrogante e uma "vedeta" que "tinha a mania". Ontem não mudei de opinião e acho que realmente é um homem que tem um longo "processo" pela frente, quer com ele, quer com todas as pessoas a quem fez tanto mal.
Não me parece que o seu nome na história alguma vez fique associado ao que quer que ele tenha feito de genuinamente bom porque o mau parece-me ter sido muito mau.
Os documentários que até agora se fizeram sobre o herói, penso que serão substituídos pelos que desenvolverão a fraude, as mentiras e a inglória.
A ambiguidade que me ficou da entrevista centra-se no lado de pai, que terá que enfrentar os filhos e fazer dele pessoas fortes e capazes de seguirem os seus sonhos, sem passar por cima de ninguém e sem se deixarem perder, como o próprio assume que lhe aconteceu.
O que me fez mesmo pensar, e me levou a fazer este post, foi uma notícia que li hoje no "sapo" e que diz que "uma biblioteca de Sidney transferiu todos os livros do ciclista para a secção de ficção, depois do atleta ter confessado que consumiu substâncias dopantes".
Aqui sim, uma verdadeira evidência que para a história não ficará um homem ou um ciclista mas um "personagem" de ficção que afinal nunca existiu!
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