quinta-feira, 18 de abril de 2013

My (huge) guilty pleasure!

Preciso ficar de castigo! Sou uma fraca, que não percebe que o meu bem, não será o dela e que quanto mais o tempo passar, pior será a readaptação.
Tudo começou com "uma vez por outra", quando o papá está a trabalhar à noite e foi-se alargando pelas crises de tosse que não a deixam dormir descansada (nem a nós), até que chega o dia de hoje em que tenho que assumir que estou viciada em ter a minha filha a dormir comigo!!
O que eu gosto de lhe cantar "o João pestana" e de a ter abraçada a mim. O que eu gosto de olhar para ela e acalmar as insónias com a perfeição das feições daquela carinha que me enche o coração.
Todos os dias, no fim do banho , pergunta-me se vai dormir na minha cama ou na dela e até agora tenho conseguido argumentar de forma a que ela não perceba que eu quero tanto ou mais do que ela que durma na minha cama e que não o tenha como um dado adquirido.
Hoje tivemos a primeira abordagem ao assunto "voltar a dormir na sua cama" com a nuance de que terá que ser a noite toda. Sem ficar muito convencida, lá mudou de assunto com a sensação de que algum dia terá que ser. Pelo menos eu tenho que me convencer disso, mesmo!!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Não há Pachorra!

Não tenho pachorra para conversas, sobre um assunto tratado numa reunião, em que chego à conclusão que não é possível termos estado no mesmo sítio pois de certeza não ouvimos a mesma coisa! E ainda por cima saber que ficarei ad eternum à espera de um "você tinha razão".

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Se a vida tivesse banda sonora!

Hoje, se a vida tivesse banda sonora, esta era a música!


Vidas que não deviam ser de ninguém.

Tenho necessidade de me manter na ignorância sobre algumas coisas dilacerantes que se passam em outras vidas que podem ser a de qualquer um de nós.
Não consigo digerir que me estou sempre a queixar, com os meus problemas e que existem pessoas que dariam tudo para os ter como delas.
Aninho-me perante dores que percebo insuportáveis e que não as saberia amenizar, engrandeço a força que se ganha quando tem mesmo que ser e acredito que a esperança que não desvanece, tem um efeito divino. Pelo menos acho que seria assim, se acontecesse comigo.
Não concebo o dia a dia de uma mãe como a Vanessa que vive de coração nas mãos sem poder baixar armas na luta contra a doença do seu pequeno menino, o Rodrigo.
A impotência para além do amor, que muitas vezes move montanhas, perante uma atrocidade que chega em forma de leucemia é algo que me trespassa o coração e sinto que é inalcançavel perceber a dimensão da dor, do desespero do que não é suposto acontecer.
Acredito que tudo acontece por uma razão, exceto quando saio da minha ignorância e fico a saber destes pedaços de outras vidas, que precisam da ajuda de todos para alimentar uma esperança que deve crescer para não deixar morrer.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais forte do que eu!

Quando era pequena, não conseguia esperar, quer no natal quer no meu aniversário, pelo dia e virava a casa dos meus pais de pernas para o ar, até encontrar os presentes! Depois tinha que me esforçar para ser bem convincente na altura de os desembrulhar, o que até nem se tornava difícil porque embora já soubesse o que era tinha sempre a alegria genuína por estar a receber algo que gostava mesmo.
Agora mais crescida, faço algo do género mas com concursos de televisão que já passaram nos países de origem! Bem tento, bem me esforço mas não consigo resistir a saber quem ganhou mas sem partilhar com o meu marido, o que me faz ter que ensaiar a expressão de surpresa. O que me vale são os anos de prática!
Hoje, fui mais uma vez vencida...

Rotinas.

Há dias em que sinto que ficou algo por dizer à minha filha, que faltou mais um miminho que foi consumido na pressa rotineira das manhãs, para se (tentar) chegar a horas.
Ando o dia todo com um aperto no coração a precisar do seu cheiro, do seu sorriso, da sua maneira de falar, das suas cantorias e mal me consigo concentrar no que tenho para fazer. O relógio esbate-se de tanto que eu olho para ele e do tanto que lhe ralho porque teima em não se mexer.
O meu maior tesouro faz-me falta sempre, mas nestes dias preciso mesmo de compôr a falta com a nossa rotina de beijos e miminhos que me retempera forças e descansa os apertos do coração.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Será que ainda o reconheço?

Está prevista melhoria do tempo para o fim de semana!
Dizem que a temperatura vai subir e que vem aí o sol. Tenho a sensação de que vou ter que estar bem atenta, porque depois de tanto tempo sem o ver, tenho medo de não o reconhecer e não lhe ligar nenhuma!!