quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Hoje!

O outono chegou com chuva. Dizem que agora só pára lá para Março!
Hoje tenho como companhia radiofónica a rádio Sim, que pelo que os próprios divulgam, se destina a um público sénior!
Resumindo, hoje estou morrinhenta como a chuva e o meu cérebro sente-se sénior!!
(Neste momento está a passar "ó Elvas, ó Elvas")

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Fazer uma vaquinha!

Em cada mudança de estação, as peças que penso sempre mais importantes renovar são os casacos e o calçado.
Não tenho muitos casacos nem calçado (o homem da casa teria uma opinião diferente), mas os que que tenho são mesmo o que eu gosto, e no caso de calçado andam até romper, literalmente!
Confesso que desde que a minha filha nasceu, a maior parte das vezes tenho-me suprimido nas compras, pois se o orçamento não chega para tudo, eu tenho prioridades.
No entanto, acontecem alturas de me apaixonar por coisas e começo logo a magicar como fazer para as ter!
Esta é uma dessas alturas por causa de uns botins Aldo:

 Segundo a descrição da marca "Versáteis, estes botins rasos estilizados de inspiração equestre em pele e adornados com tachas podem ser usados com leggings, skinny jeans, saias ou vestidos".
Perfeitos para o resto da minha indumentária do dia a dia.
Como os ter, visto fugirem do orçamento? Fazer uma vaquinha, ou continuar a sonhar!! 
Para o caso de alguém saber de uns botins deste género mais acessíveis (menos de 50 euros é o considerado acessível!), avisem. 

Banda sonora para o dia de hoje!

Ai, ai!


A Desumanização.

Estou tão, tão, tão, que pareço um sino! (Leia-se ansiosa por pôr os meus dedos a folhear as páginas deste livro)



Sinopse
«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»

Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.
O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.

Arco Iris

A minha filha um destes dias, estava eu a lavar o carro, disse-me que adorava os arco iris (via-os no efeito que a água fazia com o sol).
Eu também gosto, e no que depender de mim, estarei sempre pronta para a lembrar que vêm sempre os arco iris depois das "chuvas"!


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Bem visto!


Passadeira vermelha.

Sou rapariga para me colar no canal "E!" à espera de uma passadeira vermelha.
Ontem foi um desses dias, com os Emmy, mas soube-me a pouco. Hoje tive que andar à procura do resto, para ver o que lá apareceu!
Claro que não vejo por uma questão científica ou de teses, vejo tão só e simplesmente pelos vestidos hollywoodescos, maquilhagem, cabelo e acessórios. E gosto!
Dos que vi, ontem e hoje, o que mais gostei foi o da Zooei Deschanel, embora para o meu tom de pele, ficaria melhor noutra cor! Adorei.