Ontem valeu a pena a espera, para ver o meu pai chegar da longa peregrinação, que no final lhe gastaram todas as lágrimas de quem descarrega a emoção de dever cumprido.
O meu pai chegou de Fátima. O meu pai é o meu herói.
Quando penso em sótão penso em memórias, em lembranças, em objectos que marcaram alguma fase da nossa vida. Este será o meu sótão, em que vou partilhar o que já lá está guardado e o que vou guardar nos próximos tempos...
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Gosto disto!
Como diz o ditado "quem procura, acha" e aí estão uns lindos botins, que não são os da Aldo mas são fofos e mais "ao meu bolso":
Ah, e a partir de amanhã serão meus! Já estão à minha espera na H&M.
Ah, e a partir de amanhã serão meus! Já estão à minha espera na H&M.
Vidas que não deviam ser de ninguém.
Ouvi falar deste caso e pensei que parecia algo inspirado num Romeu e Julieta.
Afinal estava errada!
Depois de ler a reportagem, percebi que qualquer que seja o título deste acontecimento, apela a tudo menos ao romantismo medieval.
Triste fim, triste premonição de um fim de vida solitário, que levou estas pessoas a "irem" juntas.
Na reportagem não se fica a saber quem foram aquelas pessoas, ficamos a perceber que a vida não estava fácil e que o final foi escrito por não haver felicidade à vista.
Como já disse mais vezes, há vidas que não deviam ser de ninguém!
Reportagem no jornal i
Afinal estava errada!
Depois de ler a reportagem, percebi que qualquer que seja o título deste acontecimento, apela a tudo menos ao romantismo medieval.
Triste fim, triste premonição de um fim de vida solitário, que levou estas pessoas a "irem" juntas.
Na reportagem não se fica a saber quem foram aquelas pessoas, ficamos a perceber que a vida não estava fácil e que o final foi escrito por não haver felicidade à vista.
Como já disse mais vezes, há vidas que não deviam ser de ninguém!
Reportagem no jornal i
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Não há pachorra!
Neste momento a menor dor que sinto é a dor de cabeça, pelas cabeçadas que estou a dar numa parede fictícia, em comparação aos meus ouvidos (e pachorra) por terem que ouvir conversas de como é que o JCB esconde a "pila" porque quando aparece com coisas justas não se vê nada!
E nem imaginam o quão dolorosas são as sugestões que se ouvem.
E nem imaginam o quão dolorosas são as sugestões que se ouvem.
Tenho asas nos pés!
Adorei estas sapatilhas da Adidas:
Têm qualquer coisa de Sport Billy que me faz crer que com umas destas nos pés, ninguém me parava!
Têm qualquer coisa de Sport Billy que me faz crer que com umas destas nos pés, ninguém me parava!
Portas do mundo.
Como já aqui deixei guardado, tenho um novo vício que se chama pinterest.
Tenho vários albuns, sobre o que me agrada e que quero guardar para qualquer posteridade.
Um gosto que descobri ao saciar o meu vício, foi de ver fotografias de portas. Existem de todos os géneros e feitios, de todas as cores e lugares. Dou por mim,em cada imagem que vejo a pensar no que estará por trás, que histórias esconderão, quantas vidas delas sairam ou nelas entraram para um começo ou um fim.
As portas guardam segredos, mistérios e dão asas à imaginação. As portas são um meio para irmos onde quisermos e espreitarmos se quisermos pensar antes de avançar.
Gosto de admirar portas, e há portas que merecem ser admiradas.
Tenho vários albuns, sobre o que me agrada e que quero guardar para qualquer posteridade.
Um gosto que descobri ao saciar o meu vício, foi de ver fotografias de portas. Existem de todos os géneros e feitios, de todas as cores e lugares. Dou por mim,em cada imagem que vejo a pensar no que estará por trás, que histórias esconderão, quantas vidas delas sairam ou nelas entraram para um começo ou um fim.
As portas guardam segredos, mistérios e dão asas à imaginação. As portas são um meio para irmos onde quisermos e espreitarmos se quisermos pensar antes de avançar.
Gosto de admirar portas, e há portas que merecem ser admiradas.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Às vezes é feia a p*t# da vida.
Incrédula com a facilidade que as coisas mudam na casa de alguém.
Incrédula com a ligeireza que as coisas se dizem e fazem quando a qualquer momento já não estamos aqui.
Incrédula com a rapidez com que deixamos de estar aqui.
Incrédula com a ligeireza que as coisas se dizem e fazem quando a qualquer momento já não estamos aqui.
Incrédula com a rapidez com que deixamos de estar aqui.
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